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Itabira tem redução histórica no índice de mortalidade infantil - 26/04/2018 às 13:47:54

O prefeito Ronaldo Magalhães e a secretária municipal de Saúde, Rosana Linhares Assis Figueiredo, anunciaram na manhã desta terça-feira (24), em uma coletiva de imprensa no gabinete do prefeito, a significativa queda do indicador de mortalidade infantil no município – crianças de até um ano de idade.

Em 2017, a taxa caiu 48,34% em comparação com os dados de 2016. Esta taxa apresentou acentuada queda: diminuiu de 13,51 mortes a cada mil nascidos vivos em 2016, para 6,98 em 2017. A taxa de mortalidade fetal também diminuiu: passou de 11,45 em 2016, para 7,68 em 2017. Os dados estão registrados no Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Governo Federal e foram apresentados e discutidos pelo Comitê de Prevenção da Mortalidade Materna, Infantil e Fetal de Itabira. A taxa alcançada no ano passado é, também, a menor da história do Município.

A nossa meta era reduzir essa taxa para apenas um dígito. Foi uma grata satisfação perceber que houve uma redução impactante, colocando Itabira com indicador de primeiro mundo”, comemorou a secretária Rosana Linhares.

Para Ronaldo Magalhães, o resultado positivo é consequência do trabalho intenso que a equipe da Saúde realizou no ano passado. “Não é só na hora que a criança nasce, mas é desde o primeiro momento, dos exames, das consultas, do acompanhamento da gestação até o parto e isso tem sido feito de uma forma intensa e com muito cuidado. Isso é resultado de uma saúde preventiva constante que a Secretaria de Saúde fez no ano passado e continua fazendo”, avaliou o prefeito.

A redução desta taxa está diretamente ligada a um conjunto de políticas públicas aplicadas no município – algumas, resultado de importantes parcerias em toda rede de atenção: primária, secundária e hospitalar. Entre as ações estão a melhoria na qualidade do atendimento pré-natal – cobertura da atenção primária, oferta de exames complementares à gestante, o serviço de atenção à gestação de alto risco, oferecido no Centro Estadual de Atenção Especializada (Ceae) –, a assistência ao parto no Hospital Municipal Carlos Chagas, além do acesso à vacinação e melhoria da qualidade social.

Segundo Rosana Linhares, o resultado é esforço de toda a rede. “O atendimento à gestante, feito ao longo da gravidez, é fundamental para o bebê nascer saudável. O tratamento e acompanhamento diferenciado à gestação de alto risco, além da qualidade da assistência ao parto, somado ao acompanhamento ao longo do primeiro ano de vida, o aleitamento materno, a vacinação, as consultas médicas e de enfermagem e o acompanhamento do desenvolvimento neuro-psicomotor desse bebê. É muito importante que a gente consiga combinar todas essas estratégias para alcançarmos índices satisfatórios que elevam a qualidade de vida da população como um todo”, ressaltou a secretária.

Ela enfatizou ainda que a taxa de mortalidade infantil é um indicador extremamente sensível, ou seja, um óbito pode causar grande alteração. “É uma taxa difícil de ser alcançada e de ser repetida, por isso estamos tão orgulhosos. São raros os municípios que alcançam esse índice. Parabenizamos, de coração, todos os profissionais envolvidos na rede de cuidados materno-infantil”, finalizou Rosana.

Indicador

índice considerado aceitável pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de 10 mortes para cada mil nascimentos – em Itabira, a taxa de 6,98 está bem abaixo doque estabelece a OMS. A taxa de mortalidade infantil reflete, de maneira geral, as condições de desenvolvimento socioeconômico e infraestrutura ambiental, bem como o acesso e a qualidade dos recursos disponíveis para atenção à saúde materna e da população infantil.


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